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Abraços,
Rodrigo "yuMi-" Mena
Nova família de produtos POWER coloca Brasil no mesmo nível dos países mais avançados em velocidade de banda larga com preços acessíveis ao consumidor.
A GVT, operadora de telefonia fixa e banda larga de atuação nacional, revoluciona o mercado brasileiro de banda larga com a oferta de velocidades de 3Mbps até 100 Mbps, a partir de R$49,90. As cidades onde a nova família de produtos POWER estará disponível a partir desta segunda-feira (03) representam 73% da cobertura da empresa e 90% de seu mercado de banda larga.
“A GVT é a única empresa que leva sua oferta de forma abrangente a várias cidades brasileiras com ampla cobertura e preços acessíveis. A combinação inédita de velocidade, preço e abrangência do POWER GVT eleva o país ao nível das nações mais avançadas em banda larga e proporciona aos usuários novas experiências no mundo virtual”, afirma o vice- presidente de Marketing e Vendas da empresa, Alcides Troller Pinto.
A nova geração de banda larga da GVT foi desenvolvida a partir de estudos de mercado e do comportamento do consumidor e oferece ultravelocidades a preços realmente acessíveis ao consumidor: 3 Mbps, 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps, a R$ 49,90, R$ 69,90, R$ 99,90, 199,90, R$ 299,90 e R$ 499,90, respectivamente. Os preços são válidos para aquisição de banda larga dentro dos pacotes residenciais Unique e Smart Maxx. O cliente que optar por velocidades iguais ou superiores a 10Mbps receberá gratuitamente o modem e contará com instalação assistida, garantindo a qualidade do serviço. As ultravelocidades não têm limitação para download e upload de arquivos e a taxa de upload é a mais alta do mercado.
O lançamento da nova família de ultravelocidades demonstra a capacidade inovadora da GVT, posicionada como a melhor provedora de banda larga do Brasil, primeira a dispensar a contratação de provedor para autenticar a banda larga e a eliminar qualquer restrição de uso, além de ter a maior penetração de clientes com altas velocidades. “O lançamento do POWER reforça a nossa vocação de inovação, a visão de ser a empresa que mais entende de banda larga do mercado e que oferece alto valor agregado com o melhor custo-benefício para o cliente”, avalia Troller.
A nova família de ultravelocidades simplifica tarefas antes complexas como assistir vídeos em alta definição ou manipular arquivos pesados e mantém o alto desempenho também quando compartilhada entre várias máquinas. O lançamento responde à tendência de consumo que aponta para a adoção de mais computadores dividindo o acesso no mesmo endereço, evidenciada pelo aumento nas vendas de PCs no Brasill. As velocidades de 50Mbps e 100Mbps são mais indicadas para escritórios e pequenos negócios que mantêm vários computadores ligados em rede.
Estratégia consistente
A estratégia da GVT de ofertar megavelocidades é suportada por tecnologias e arquitetura adotadas em sua rede de telecomunicações NGN (Next Generation Network). A última milha curta de 400 metros em média, comparada a extensões de até cinco quilômetros adotadas na rede das concessionárias, assegura qualidade e desempenho do serviço. O sucesso da estratégia reflete na imensa adesão dos clientes GVT à banda larga que atingiu 73% no fechamento do semestre, superior a de países de ponta em internet rápida.
Em maio de 2008, a GVT decretou o fim da era Kbps e início da venda de velocidades de até 20 Mbps em várias cidades. Com a investida, a penetração de velocidades iguais ou superiores a 10 Mbps na base de clientes saltou de menos de 1%, em junho de 2008, para 21% no fechamento do primeiro semestre deste ano. Nas cidades de Vitória e Vila Velha, o volume de vendas nas velocidades iguais ou superiores a 10Mbps atingiu 91% no segundo trimestre de 2009.
Enquanto mantém inalterados os preços de entrada da banda larga, na faixa de R$49,90, a empresa oferece cada vez mais velocidade ao cliente pelo mesmo valor. Em fevereiro de 2006, o cliente GVT desembolsava R$49,90 para ter 150Kbps de velocidade. Hoje pelo mesmo valor, ele tem 20 vezes mais velocidade, no POWER GVT de 3Mbps.
Para agregar ainda mais valor à oferta, a GVT firmou parceria com a SKY e em agosto anunciará detalhes sobre os descontos e vantagens especiais para os clientes da banda larga POWER que adquirem também os planos de TV digital da SKY. A união das empresas permite realizar ofertas ‘triple play’ que reúnem o melhor da telefonia, banda larga e TV por assinatura.
As ultravelocidades serão comercializadas em Porto Alegre, Alvorada, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Esteio, Gravataí, Novo Hamburgo, Santa Maria, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Viamão (RS); Curitiba, Maringá, Apucarana, Arapongas, Cambé, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina, Marialva, Paiçandu, Paranavaí, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, Rolândia, São José dos Pinhais, Sarandi, Toledo e Umuarama (PR); Florianópolis, Blumenau, Brusque, Criciúma, Balneário Camboriú, Icara, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, São José, Tubarão (SC); Belo Horizonte, Contagem e Betim (MG); Distrito Federal (DF); Aparecida de Goiânia e Goiânia (GO); Vitória e Vila Velha (ES) Salvador (BA).
Campanha:
Para marcar o início da nova oferta, a MPM, agência de comunicação da GVT, preparou uma campanha de marketing baseada no conceito “poder para as pessoas fazerem coisas incríveis na Internet com uma banda larga poderosa”. Com filmes, anúncios em jornais e revistas e outdoors nas principais cidades de presença da GVT, a ação mostrará ao público as ofertas disponíveis e as vantagens de ter ultravelocidades de Internet.
Também foi desenvolvida estratégia de marketing digital que envolve veiculação de links e banners patrocinados em sites que exigem alta velocidade de banda larga como o YouTube. A agência idealizou o site www.powergvt.com.br, que estará no ar a partir de domingo (02/08) no qual será disponível degustar as novas velocidades. Os clientes também poderão experimentar a novidade em quiosques instalados em shopping centres em Porto Alegre (Shopping Iguatemi), Belo Horizonte (BH Shopping), Salvador (Shopping Salvador) e Curitiba (Park Shopping Barigui).
Sobre a GVT
A GVT é a empresa nacional de banda larga e telefonia fixa com as mais elevadas taxas de crescimento do mercado de telecomunicações. A proposta de valor baseada em inovação com relevância, excelência no relacionamento com o cliente e melhor custo benefício orienta o crescimento rentável e contínuo da organização. Presente em 82 cidades do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do país entre elas Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Vitória, Brasília, Goiânia e Salvador com ofertas avançadas de telefonia fixa, Internet banda larga de ultravelocidades, transmissão de dados para empresas e Voz sobre IP (VoIP) para todos os segmentos de mercado, a empresa está em processo constante de expansão. No fechamento do primeiro semestre, atingiu 2,3 milhões de linhas em serviço e a mais alta taxa de penetração de Internet na base de clientes do mercado brasileiro, de 73%. Nas cidades onde está presente, a GVT é percebida como a melhor alternativa às operadoras de telecomunicações para serviços de banda larga e telefonia fixa de qualidade e ocupa a liderança da portabilidade numérica com 61% de participação.
Bom galera, resumindo, as placas de vídeo vão subir bastante de preço, vale apena comprar logo quem está pensando em jogar Heroes of Newerth e não tem uma placa boa, ou qualquer um que pensa em melhorar o pc, essa é a hora.
Clique em leia mais para saber os motivos, texto grande :P
"As placas de vídeo acabam de ficar mais caras no Brasil. Na última quarta-feira, dia 22 de julho de 2009, o Diário Oficial da União trouxe a novidade: Através da Solução de Divergência Nº 6, a Receita Federal enquadrou as placas de vídeo no código 8471.80.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que classifica diversos tipos de mercadorias nos países integrantes do bloco econômico. A NCM serve como base para a tributação de uma mercadoria, de acordo com o código em que ela esteja enquadrada. E essa nova classificação das placas de vídeo representa um aumento nos impostos cobrados sobre elas, o que resultará no aumento do preço do produto no mercado nacional.
Esta é uma mudança que gerou um certo rebuliço na indústria brasileira de informática, e não é para menos: as placas de vídeo, que antes se enquadravam na categoria “placa de microprocessamento com dissipador de calor”, tinham 0% de imposto sobre importação e 2% de IPI (imposto sobre produtos industrializados). Com a nova classificação, enquandrando-as como “outras unidades de máquinas automáticas para processamento de dados”, as placas de vídeo passam a ter 15% de imposto sobre importação e 16% de IPI, somando um aumento inicial de 31% no preço do produto. No entanto, é possível esperar um aumento final de cerca de 50%, pois há mais impostos que são calculados a partir desses dois iniciais.
Profissionais da área especulam que a mudança vise promover a produção das placas de vídeo na Zona Franca de Manaus, ao desestimular os revendedores nacionais com relação à compra dos produtos importados. Segundo o economista Israel Barros “é comum os países fazerem uso de políticas tributárias protecionistas visando o fomento da indústria nacional. Eles super-tributam certos produtos e/ou componentes ao mesmo tempo em que investem em pesquisa e desenvolvimento”, mas complementa: “O problema é quando essas políticas são feitas pela metade, quando aumentam a alíquota do imposto de importação, mas não fomentam a indústria caseira”.
Além dessa questão levantada pelo economista, outra dúvida aflige os que trabalham com informática no Brasil, e ela está relacionada à curta vida útil das placas de vídeo. Novos modelos são lançados a cada seis meses, pois o avanço da tecnologia nessa área é muito rápido e constante, mas é característica da indústria brasileira decidir se irá fabricar determinado produto somente após verificar seu sucesso no mercado exterior – processo que costuma levar de três a seis meses. Após essa etapa, a fabricante brasileira teria de receber o CKD (Complete Knock Down) – uma espécie de modelo de montagem do produto – em um processo que costuma levar dois meses. Some a isso uma média de mais dois meses para a fabricação, embalagem e distribuição. É bastante tempo para uma tecnologia perecível chegar ao mercado, não?
“O Brasil vai eternamente viver de produtos obsoletos?”, questiona uma de nossas fontes, um executivo do ramo de informática nacional. Mas ainda há outros fatores preocupantes. Um deles é a possibilidade de que as placas de vídeo produzidas no Brasil acabem custando ainda mais caro do que as importadas custavam antes. Isso porque ainda há custos com a mão-de-obra, de 7 a 10 vezes mais cara que na China (onde esses produtos costumam ser fabricados) e demais impostos, incluindo os 16% de IPI. É o chamado “Custo Brasil”, aliado a mais um fator de preocupação que surge através de outra característica da indústria de placas de vídeo: a enorme quantidade de modelos disponíveis.
De acordo com nossas fontes, um produto precisa ter vendagem média de cinco mil unidades por mês para ser produzido de forma competitiva no mercado nacional, mas há modelos importados de placas de vídeo que chegam a vender entre 200 a 500 unidades no Brasil todo. Esse cenário deverá fazer os fabricantes nacionais optarem pelos modelos mais populares, e os modelos menos populares – incluindo os chamados “top de linha”, tão amados pelo público entusiasta – provavelmente só serão adquiridos via importação, e mais caros, devido ao aumento de tarifas.
Esse encarecimento no preço das placas de vídeo também deve influenciar os preços de computadores montados no Brasil, pois os fabricantes terão que pagar mais para adquirir essas peças e integrar aos seus produtos. Uma opção estratégica seria produzir todos os computadores com placas de vídeo onboard – integradas à placa-mãe – o que prejudica a performance, impossibilitando a execução de aplicativos que exijam mais da máquina em termos gráficos. “Isso seria um retrocesso para a indústria nacional, além de dificultar o acesso do consumidor a um computador de boa performance”, opina outra de nossas fontes na indústria de tecnologia brasileira.
Fonte: http://adrenaline.com.br/tecnologia/colunistas/46/placas-de-video-ficam-50-mais-caras-no-brasil.html
Nota da nVidia sobre o assunto:
Nota da nVidia Brasil:
“A NVIDIA como uma empresa séria e comprometida com nossos clientes, parceiros e a evolucao de inumeras industrias, respeita a decisäo do governo brasileiro e do Coana e sempre obedecerá as leis e regulamentaçoes impostas.
Porem, hoje ao nosso ver, o Brasil deu um enorme passo para tras no desenvolvimento de diversas industrias produtivas, criativas e cientificas que dependem fundamentalmente das GPUs para produzir conhecimento, valor, riqueza e a base para o desenvolvimento continuado do pais. Hoje, sem qualquer sombra de duvida, todo e qualquer engenheiro, arquiteto, projetista, designer, cientista, quimico, fisico, pesquisador, artista, geólogo, geofisico, médico depende direta ou indiretamente das GPUs para exercer suas profissoes. A propria Petrobras depende de GPUs para explorar e produzir petroleo assim como Volkwagen, Ford, GM, Fiat para produzir automoveis mais seguros e a Embraer a produzir avioes mais eficientes e seguros. Hospitais e laboratorios medicos dependem de GPUs para diagnosticar pacientes e salvar vidas, algumas vezes, antes que estas venham ao mundo.
O aumento da tributação apenas encarece, dificulta, desacelera e reduz a produtividade e qualidade de resultados obtidos por estes profissionais que formam a base da producao de conhecimento e valor e a preservaçao e melhoria da qualidade de vida em nosso pais.
Mais uma vez, demonstra-se que os interesses de um pequeno grupo com agendas de curto prazo e visão limitada e míope das tecnologias de GPUs e seus usos em diversas industrias, se sobressai e anula os interesses de longo prazo de desenvolvimento de inumeras industrias e o desenvolvimento do nosso pais.
Mais uma vez o aumento da tributação, potencialmente resultará no favorecimento e crescimento da indústria da informalidade uma vez que a demanda por GPUs jamais poderá ser plenamente suprida pela indústria local com suas inúmeras limitações produtivas, financeiras e de escala. Mais uma vez corremos o risco de voltaremos à situação de 3 anos atrás quando 98% de mais de 500.000 GPUs consumidas no Brasil por trimestre, poderá possivelmente, ser fornecido pelo mercado informal que não gera nenhum ganho ao pais.
Nós estamos decepcionados com a falta de visão de longo prazo e visão estratégica do que é melhor para o país""
A Brasil Telecom está oferecendo acesso à grande rede de computadorespor meio da Fibra Óptica, em planos que vão desde 14Mbps a atéincríveis 100Mbps, com preços iniciais que variam entre R$199,90 aR$999,90. Porém, assim como a Telefónica com o seu serviço Speedy de 30Mbps, a cobertura é limitada para algumas regiões do Brasil, a saber:
Brasília: Sudoeste
Porto Alegre: Bela Vista
Florianópolis: Beira-mar Norte
Curitiba: Vista Alegre
Goiânia: Setor Bueno
Para maiores informações dos planos e preços, podem acessar o site da BrT:
http://www.ultraturbo.com.br
foi postado por budswarez no forum do Garena, achei interessante então tá ae :)
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